por Angélica Dal Molin
Nesta quinta-feira, dia 4 de fevereiro, uma manifestação pela efetivação da Lei das Carroças, que dá prazo de oito anos para o fim dos veículos de tração animal, juntou nomes da políticia e voluntários da proteção animal.
Fotos: Paulo Roberto Martinez

Apesar do forte calor, integrantes da causa animal compareceram ao Centro em pleno meio-dia
Com banners denunciando o descaso para com os ‘eqüinos de asfalto’, os participantes recolheram assinaturas dos populares em um documento que será remetido ao prefeito municipal de Porto Alegre. O objetivo é cobrar a aplicação das diretrizes para que as carroças possam ser tiradas de circulação dentro do prazo de oito anos, estipulado em lei.

Faixas adornaram a cerca que protege o chafariz da Prefeitura
O vereador Adeli Sell e representantes das ONGs presentes foram recebidos em audiência pelo vice-prefeito da Capital, José Fortunati, acompanhado da secretária de Governança Clênia Maranhão. Fortunati também é coordenador da COMPPAD – Coordenadoria Multidisciplinar de Políticas Públicas Para os Animais Domésticos de Porto Alegre. Adeli esclareceu que, além de fiscalizar e cobrar, faz questão de “colaborar para que tudo ande mais rápido”. Fortunati e Clênia fizeram relato do que foi implementado até hoje na questão.

Vereador Adeli debateu com os participantes sobre o fim das carroças
Os defensores dos animais aproveitaram para reclamar da falta de preparo da EPTC – Empresa Pública de Transporte e Circulação – no cumprimento de seu dever constitucional de receber denúncias de maus-tratos a cavalos, e também da má-vontade de dirigentes da EPTC para com a questão.

Populares aderiram ao ato e endossram o abaixo-assinado
Enquanto isso, parte do grupo presente ficou em frente à Prefeitura, conversando com a população sobre a problemática das carroças em Porto Alegre. Uma carroceira apareceu em meio ao evento, acompanhada do filho. Conferiu os banners expostos, e dialogou com os ativistas. “Pense bem, a senhora deseja que o seu filho seja um carroceiro também?”, perguntou um dos protetores. “Não, não, por isso (ele) já esta na escola, eu já nem deixo ele tocar carroça, está estudando para não ter essa vida”. “É, eu estudo”, completou o menino.

Carroceira e filho passaram pelo local durante o encontro



























































































“Prezado Deputado Fernando Marroni,




